Luís Filipe Cristóvão
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22.11.13
Desesperados de espírito - V
Aprendeste a cortar as veias
acordas leve
sais de casa.
Eu sou a caixa onde guardas
as coisas pífias
como o chorar.
21.11.13
Desesperados de espírito - IV
Cobrimos tantas vezes a pele
de tinta de canetas esquecidas
nas mesas das salas de aula.
O nosso sangue era falso
o que podíamos esperar?
20.11.13
Desesperados de espírito - III
Éramos como todos os outros
desesperados de espírito,
Não sabíamos que o futuro
tinha portas por abrir.
19.11.13
Desesperados de espírito - II
Lembro os dias
de lamber feridas
feitas nas paredes
rugosas da escola.
Lembro os dias
sem sorrir.
18.11.13
Desesperados de espírito - I
Aprendeste a cortar as veias
sem chorar.
És crescida
agora.
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