Luís Filipe Cristóvão
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8.3.12
Luso-mesmo?
À procura de outra palavra onde arrumar o conceito.
Uma comunidade de povo ligado por uma forma de dizer, de escrever, o mundo.
Uma eterna sensação de estranhamento.
O mais velho morreu. Deixou por cá a inquietação.
7.3.12
Prato
Talvez o mundo comece no prato.
Aquilo que comes, aquilo que serás.
Não propriamente uma questão gastronómica.
O teu estômago sabe mais de ti do que qualquer filosofia.
6.3.12
Pastores
Os que todos acreditavam sempre lá ter estado não existiam.
Os que sempre lá estiveram eram ignorados.
Revirar as ideias feitas como encontrar um rio que corre.
O Rapaz, mesmo sentado, nunca está no mesmo lugar.
5.3.12
Aberração
Não uma questão de corpo, mas dança.
Movimento da língua em procura de harmonia.
Não com o mundo. Com todas as ideias.
4.3.12
Luso-quem?
Não só palavras, mas um estado de espírito que contamina a língua.
Sim, um ritmo.
Uma forma de re-inventar o Rapaz.
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